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SBT dispensa profissionais do Boletim de Ocorrências
Daniela Beyruti chega com tudo e tirar 'B.O' do ar

Antes de viajar e passar as festas de fim de ano com os seus pais nos Estados Unidos, Daniela Beyruti deixou avisado que o “Boletim de Ocorrências” vai acabar no SBT.
"B.O.", mais uma vez, fiasca na audiência, empata com a Tv Cultura e deve ser cancelado
SBT registra baixa audiência na noite de sábado
"Boletim de Ocorrências", com Rogério Forcolen, empata no terceiro lugar com a Band
Rogério Forcolen comanda o "Boletim de Ocorrências" deste sábado
“Boletim de Ocorrências” registra baixa audiência
"B.O." bate recorde de audiência e empata por minutos com Datena
Ulisses Rocha apresentador do B.O mostra carisma e sensacionalismo

Estreia do novo repórter do jornal policial 'B.O ( Boletim de Ocorrências), Ulisses Rocha mostra carisma e profissionalismo. Nesse dia (04/12) o jornal exibiu matérias sobre a "Guerra no Rio", caso da Avenida Paulista "Agressão do Garoto Gay" e mostrou alguns links ao vivo, em SP na cracolândia e na central de jornalismo (redação) com alguns membros da equipe do jornal comentando as notícias do dia através dos portais de notícias da internet.
Conheça um pouco mais sobre Ulisses Rocha:
Apresentou o Cidade Alerta e Balanço Geral ( Regional Ribeirão Preto e Franca), sucesso na TV Record, fez matérias inesquecíveis, perseguindo ladrões, junto com a polícia e além de ser um grande jornalista, ainda é professor universitário.
Joyce Ribeiro volta ao "B.O.", apenas aos sábados
O "Boletim de Ocorrências" ganhou mais 1 hora de exibição mas ainda não ameaça nenhum emissora em São Paulo, entenda Record e Band, no quesito audiência
O SBT queria Cabrini que recusou, queria Luiz Bacci que não só recusou como trocou de emissora então a emissora recorreu a uma prata da casa, César Filho.
César não tem experiência com esse tipo de telejornal, mas vem tentando fazendo o seu melhor a cada dia.
Ficou fechado e combinado a atuação de César de seg à sex e a volta de Joyce Ribeiro aos sábados, apenas para SP, das 19h00 às 19h30.
Tem gente que não concorda com Joyce a frente do jornalistico, e tem quem garanta que a moça só fala se tiver o TP (Teleprompter). Porque de improviso é zero!
"Boletim de Ocorrências" em baixa no SBT
SBT define César Filho como apresentador do "B.O."
César Filho, que já comandou o programa durante as férias de Joyce Ribeiro, assume o jornal policial. O jornalista continuará também apresentando o "SBT Repórter", que vai ao ar nas noites de segunda da emissora.
O SBT acaba de enviar comunicado à imprensa confirmando a informação. Na nota, a rede não cita em momento algum Luiz Bacci, que fechou contrato com a Record em um jantar no final da noite de ontem (24).
Luiz Bacci será o novo apresentador do Boletim de Ocorrências
O Jornalismo do SBT, caracterizado pela isenção, imparcialidade e dinamismo, tem sido destaque nos últimos dias com furos de reportagens como o caso do vídeo que mostra o advogado do goleiro Bruno fumando crack e também da agressão de jovens na Avenida Paulista.
Como a estreia do novo B.O, o Programa do Ratinho passa a ser apresentado a partir das 21h15. A Faixa Nobre ocupará o horário das 20h15.
Sobre Luiz Bacci:
Luiz Bacci começou no rádio em 1995, aos 11 anos, como apresentador na Rádio Diário , em Mogi das Cruzes, sua cidade natal. Passou pela TV Manchete, TV Diário (afiliada da TV Globo em Mogi das Cruzes), onde apresentou um programa de entretenimento, além de atuar como repórter da emissora.
Em 2007, foi contratado pelo Jornalismo do SBT, onde já apressentou telejornais e também foi um dos âncoras do extinto Aqui Agora. Está há um ano e nove meses no Rio de Janeiro, onde chega a liderar o horário com o Jornal do SBT Rio.
Rodolfo Gamberini marca mais audiência na 2º edição do 'B.O'

César Filho agradou no comando do Boletim de Ocorrências
O "Boletim de Ocorrências" foi criado as pressas, a fim de segurar a audiência da já extinta faixa de séries do SBT. Foi o próprio Silvio Santos que, na época, deu a ideia. Nos primeiros meses o jornal funcionou, chegando a atingir picos de 14 pontos no Ibope, porém, com o passar do tempo, a audiência declinou-se.
Nos bastidores, há quem aponte a criação de duas edições do jornal como o principal fator para a tal queda de audiência. Como as matérias são as mesmas, exibidas em dois horários noturnos, o público se dividiu, fazendo com que a atração não incomodasse mais a Record.
Agora, sob comando de César Filho, o "Boletim de Ocorrências" mostrou uma reação no Ibope. A equipe constatou a firmeza do jornalista como ponto chave para prender o público ao longo do programa.
Será que, voltando de férias, Joyce Ribeiro terá seu programa de volta?
Vai entender a estratégia do SBT
Desde o começo da semana, César Filho está fazendo as férias da Joyce Ribeiro no “Boletim de Ocorrências” do SBT, em seus dois horários. Este é um detalhe.
Outro, é que, na terça, faixa das 22 horas, com imagens do resgate do Chile, o SBT chegou a marcar 8 pontos, número histórico para a emissora nos tempos atuais. Mas como a programação é arredondada com o fim do capítulo de “Passione”, tiraram o jornal do ar no seu melhor momento de audiência.
“Ana Raio”, que entrou em seguida, derrubou para 4.
Jornalismo do SBT preparado para a cobertura das Eleições 2010 deste domingo
O departamento de Jornalismo do SBT preparou uma cobertura completa para as Eleições 2010, que acontecem neste domingo, 3 de outubro. No dia, serão veiculados, de hora em hora, boletins sobre o processo eleitoral, a votação dos principais candidatos e a pesquisa boca-de-urna. Cerca de 140 profissionais estão envolvidos em São Paulo e nas praças de Brasília, Bélem, Rio de Janeiro, Jaú, Ribeirão Preto e Porto Alegre.
Após o De Frente Com Gabi, será apresentado o programa SBT Eleições 2010, comandado por Carlos Nascimento e Karyn Bravo, com análises do articulista Fernando Rodrigues. A atração trará os resultados consolidados da votação em todo o país e o cenário para o segundo turno nos Estados onde houver um novo pleito.
Caso haja 2º turno, SBT realizará debate
As informações são do Parabólica JP.
SBT Prepara Grande Cobertura para as Eleições deste Domingo
O Jornalismo do SBT está com seu esquema armado para a cobertura das eleições no próximo domingo. Durante o dia, serão veiculados, de hora em hora, boletins com duração de até um minuto sobre o processo eleitoral, a votação dos principais candidatos e a pesquisa boca de urna. Cerca de 140 profissionais estarão envolvidos em São Paulo e nas praças de Brasília, Belém, Rio de Janeiro, Jaú, Ribeirão Preto e Porto Alegre.
Logo após o "De Frente Com Gabi", será apresentado o especial "SBT Eleições 2010", comandado por Carlos Nascimento e Karyn Bravo, com análise do articulista Fernando Rodrigues. O programa trará os resultados consolidados da votação em todo o País.
Joyce Ribeiro do Boletim de Ocorrências dá entrevista

Tire da cabeça a imagem de um homem à frente dos programas policiais, comentando cada fato com grande revolta na telinha. Joyce Ribeiro foge dos padrões e se distingue de apresentadores já consagrados no formato, como Marcelo Rezende, Datena, Ratinho e Reinaldo Gottino.
Joyce Ribeiro está prestes a completar um ano com seu "Boletim de Ocorrências"
Com 1,80m, a morena de 32 anos comanda o “Boletim de Ocorrências”, no SBT. A atração, que retrata a violência urbana, vai ao ar de segunda a sábado em duas edições. A primeira, das 19h05 às 19h30, e a segunda, das 22h15 às 22h20. Em outubro, a atração completa um ano de sucesso. Embora alguns sites divulguem que Joyce iniciou sua carreira no programa “Fantasia”, ela conta que desde seus tempos de estágio seu trabalho foi voltado para o jornalismo. “Eu nunca participei do 'Fantasia'. Nada contra, mas eu não fiz”, explica em seu camarim, em entrevista exclusiva ao iG/Babado.
Aos 21 anos, ela ingressou no canal 26 UHF. Lá teve a oportunidade de participar da produção, fazer reportagens e apresentar um programa de variedades e cultura. Em seguida, partiu para 29 UHF, canal em que apresentou pela primeira vez um telejornal. “Acho que foi nessa época que eu tive certeza de que queria fazer o jornalismo convencional”, conta ela, que dois anos depois embarcou para a Record.
Em 2005 trocou a emissora pelo SBT com Ana Paula Padrão, e a substituía em folgas e finais de semana na apresentação do “SBT Brasil”. Além disso, comandou também o “SBT Manhã”, hoje apresentado por Hermano Henning e por Analice Nicolau. Ela também já foi a “garota do tempo” nos jornais da emissora. Nesse período, por muitas vezes foi questionada nas ruas sobre o tempo que faria naquele dia. “Pior que perguntar é cobrar quando não foi tão exato. Os telespectadores ficam bravos”, se diverte ela.
Joyce Ribeiro: "Não acho que vou ficar o resto da vida sem voltar a fazer jornalismo de rua"
Você sente falta de ir para a rua fazer reportagens?
Eu gosto muito de fazer estúdio, mas a gente sente um pouco de falta também de ir para a rua. Dá uma saudade. Quando você está na rua, cada dia é um dia completamente diferente. Você tem que ficar preparada para tudo. A essência do jornalismo é a reportagem. Hoje eu aproveito ao máximo esse momento de apresentação, porque eu gosto muito e eu quis muito que isso acontecesse. Mas eu não acho que vou ficar o resto da minha vida sem voltar a fazer jornalismo de rua. Acho que nenhum apresentador hoje pensa isso.

Como é sua rotina no SBT, participa de toda a produção?
Ultimamente eu tenho chegado umas duas da tarde ou até antes. Aqui eu fico até a segunda edição do BO, que entra às 22h. Participo de toda a edição do jornal. Você tem que estar sempre por dentro de tudo. São muitos assuntos. Tenho que ler muito, ficar aqui de olho em todos os jornais, fuçando tudo, ficar em comunicação com os repórteres que estão nas ruas. É uma correria. Cansa, mas é emocionante.
O público está acostumado a ver homens fazendo jornalismo policial. Talvez você seja a única mulher comandando um programa como este. Sentiu ou sofreu algum preconceito por ser uma mulher à frente de uma atração com esse perfil?
O predomínio é masculino, né? Mas eu não tive nenhum preconceito por dois motivos. Como a violência está presente no jornalismo tradicional, não foi um choque para mim. Eu já estava habituada. É um assunto que toca muito o público e isso faz a gente ter mais noção da necessidade do programa. Estamos ali para ajudar na medida do possível, nem que seja para alertar. O que eu senti até hoje é que o fato de ser uma mulher falando, muitas vezes, faz com que a pessoa pare para pensar naquele assunto de uma maneira um pouco menos agressiva. Por mais que eu fique indignada, eu nunca vou validar a violência. Isso acaba quebrando um padrão.
Você começou a trabalhar com cultura e agora está em um policial. Sentiu alguma mudança em seu emocional?
Eu acho que é inevitável. Mexe, a gente fica mais atenta, mais ligada. Não diria que com medo, mas mais atenta. E outra coisa, eu fico no mínimo indignada. Eu não tenho essa preocupação de não me sentir mexida com os assuntos porque eu sou um ser humano. Eu tenho aprendido a lidar mais com isso. Não é um problema, mas te deixa muito mais indignada e mais sedenta de alguma coisa acontecer, porque assim não dá para continuar.
Joyce Ribeiro: "O brasileiro não tem essa disposição de abrir a vida como o americano"
Em março, você iniciou mais uma edição do programa. Considera isso um reconhecimento da empresa ou do telespectador?
Dos dois. Eu acho que o BO ganhou uma segunda edição por causa da relevância do tema, da preocupação das pessoas, da atenção das pessoas voltadas para essas notícias.
Quais são suas referências no jornalismo?
Ai, eu tive tantas... Quando eu era adolescente, gostava muito de assistir telejornais. E eu me lembro muito de voltar da escola e assistir o “Jornal Hoje” e acompanhar muito a Sandra Annenberg. Gosto muito dela, do jeito que ela fala. E foi uma referência pra mim. Fiquei muito empolgada com a possibilidade de trabalhar com a Ana Paula (Padrão). Aprendi muito, ela é excepcional jornalista. A Glória Maria também foi referência para minha vida profissional. Sem dúvida nenhuma eu me espelhei, e gostava muito do que ela fazia. São mulheres fortes, sem dúvida. O Carlos Nascimento também foi um que eu acompanhei muito a carreira, e tive oportunidade de apresentar o jornal várias vezes com ele. É muito gratificante.

Quando eu penso que queria ter um programa, tem tanta coisa que eu queria colocar que nem sei como chamaria. Entrevistas? Entretenimento? Jornalismo? Ia ser uma panela. Bota tudo lá e vê o que vai sair. Mas eu tenho essa vontade. Adoraria fazer alguma coisa nos moldes da Oprah (Winfrey). Lógico que o que a Oprah faz lá é de acordo com as características do povo de lá. A gente teria que fazer uma reformulação muito grande. Até quem ela entrevista... o brasileiro não tem essa disposição de abrir a vida como o americano. Lá têm vários programas sobre a vida do ator e eles expõem os piores momentos. O brasileiro não é assim. Nem o anônimo, quem dirá o famoso... São coisas que modificam um pouco o formato, mas eu tenho esse sonho. Sou fã da Oprah, sou suspeita para falar, e é outra referência forte. Você me pergunta onde eu quero chegar, eu quero chegar nesse ponto.








