Portanto, existe a possibilidade de a emissora exibir duas produções inéditas, estreando no mesmo dia, caso Silvio Santos decida lançar “Corações Feridos” no mesmo mês. De qualquer forma, como tudo no SBT, convém aguardar o anúncio do dono.
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Portanto, existe a possibilidade de a emissora exibir duas produções inéditas, estreando no mesmo dia, caso Silvio Santos decida lançar “Corações Feridos” no mesmo mês. De qualquer forma, como tudo no SBT, convém aguardar o anúncio do dono.
Tiago Santiago vai relembrar uma era marcada por grandes agitações políticas e sociais: a Ditadura Militar. Em sua próxima trama, Amor e Revolução – prevista para estrear no primeiro semestre de 2011, no SBT –, o autor vai narrar a trajetória de Maria Paixão, uma líder estudantil, que se une a grupos de esquerda para promover ações armadas contra o regime. E para escapar da prisão e da tortura, ela assumirá muitas ‘vidas’. Segundo o autor, qualquer semelhança com a nossa presidente Dilma Rousseff é mera coincidência.
“Idealizei a trama central da novela baseado em fatos que marcaram a trajetória de muitos brasileiros, estudantes, militares, artistas, intelectuais que encararam a repressão e enfrentaram o Regime militar com muita coragem e determinação. A Dilma foi apenas uma delas. Então, é mera coincidência, sim. Estou fazendo ficção. Só uso esse período conturbado que marcou o Brasil como pano de fundo”, explica Santiago.
Para protagonizar a novela, Tiago indicou 20 nomes de jovens estrelas, que passaram por testes. Na tarde desta quarta-feira (3), ele assistirá os 10 melhores vídeos selecionados por Reynaldo Boury, diretor-geral de teledramaturgia da emissora, para escolher quem viverá Maria Paixão. Mas o dramaturgo prefere não falar de nomes. Muito menos confirmar se a atriz Alice Braga está cotada para o papel.
“Não posso falar sobre o assunto para não alertar a concorrência... Sei que várias atrizes conhecidas no cinema, tevê e teatro participaram dos testes. Hoje, passarei o dia em São Paulo e devo bater o martelo”, comenta o novelista.
Tiago Santiago conta ainda que finalizou uma carta que pretende enviar por e-mail à irmã de Che Guevara. Nela, o novelista explica o contexto de Amor e Revolução, que pretende mostrar a trajetória de Che, um dos principais líderes do governo cubano, ocupando cargos estratégicos como o de ministro da Indústria e presidente do Banco Nacional.
“Sei que a família de Che tem uma preocupação muito grande com a imagem dele. Então, é preciso muito cuidado. Esse é um assunto que vou discutir na reunião de hoje. Pode ser até que eu deixe essa história para lá, já que temos tantos detalhes para abordar. Uma coisa é certa: já decidimos não mais gravar as cenas de treinamento de guerrilha em Cuba.”
Na trama, Maria Paixão se apaixona pelo militar José Guerra, filho de um general linha dura e democrata, personagem vivido por Cláudio Lins.
Tiago Santiago, autor da próxima novela do SBT, Amor e Revolução, desmentiu a O Fuxico nesta quinta-feira (28) os boatos de que teria feito algum convite a Alice Braga para ser protagonista do seu novo trabalho. As noticias davam conta de que a atriz teria sido vista circulando pelos corredores do Complexo Anhanguera, em São Paulo, para um teste no próximo folhetim do autor.
“Não soube de nenhum contato nosso até agora com a atriz Alice Braga”, garantiu o autor.
Santiago aproveitou o assunto para expressar sua admiração pela sobrinha de Sônia Braga, que atualmente pode ser vista apresentando o programa Superbonita, no GNT.
“Eu a considero uma excelente atriz e adoraria trabalhar com ela numa novela. É verdade que houve testes para a protagonista, na sexta passada, e 20 jovens estrelas, protagonistas de trabalhos em cinema, TV e teatro, participaram...", limitou-se a dizer.
Os nomes de Débora Duarte e Beatriz Segall, que nas últimas semanas foram citados pela imprensa, também não foram confirmados pelo autor.
“Débora Duarte e Beatriz Segall são grandes atrizes com quem já tive a honra de trabalhar, mas até o momento nenhum convite foi formulado a elas”, concluiu.
Reynaldo da Costa Boury pode ser considerado um dos diretores mais rodados da história da TV brasileira. Jovem, começou na Tupi, mas foi na TV Excelsior que estreou na direção de novelas. Fez sucesso com a novela mais longa da história da TV – “Redenção” (1966-1968) e logo foi contratado pela Rede Globo onde dirigiu grandes sucessos como as duas versões de Irmãos Coragem (1970 e 1995), as duas de Selva de Pedra (1972 e 1986), Tieta (1989), além da primeira versão de Ciranda de Pedra (1981) e Sinhá Moça (1986). No total, foram mais de 40 trabalhos pelas emissoras pelos quais passou.
A vocação pela dramaturgia de Boury se estendeu pela família. Sua filha, Margareth Boury foi roteirista da Globo e hoje é autora da Rede Record; seu filho Alexandre Boury é diretor de novelas da Globo e seu neto Guilherme Boury segue a carreira de ator.
Após dirigir Malhação em 1996, passou a realizar pelo País oficinas para descoberta de novos talentos pra Globo e em 2010 foi contratado pelo SBT para dirigir “Amor e Revolução”, novela de Tiago Santiago, que terá como pano de fundo a ditadura militar entre os anos de 1964 e 1972, com estreia prevista para março de 2011, com elenco em plena formação, já estando confirmados nomes como de Lúcia Veríssimo, Cláudio Lins, Antônio Petrin e Flávio Galvão.
Nesta entrevista exclusiva, Boury fala sobre a nova casa, o diretor Del Rangel, além da temática da nova novela do SBT.
A imprensa, quando da sua contratação, muito falou de uma possível rixa entre você e Del Rangel [atual Diretor do Departamento de Teledramaturgia do SBT] e que o Departamento de Novelas estaria rachado em dois com sua chegada. O que o senhor diz sobre toda essa história?
Reynaldo Boury: Nada de rixa com o Del, que é uma pessoa maravilhosa. Já trabalhamos juntos na Globo. Somos ótimos amigos. Praticamente fui o padrinho do Del na televisão. A primeira Direção do Del foi quando eu era o Diretor Geral do Caso Verdade, e ele dirigiu uma história de 5 episódios. Foi aprovado e hoje é o excelente Diretor de dramaturgia.
Uma das primeiras contratações com a sua chegada foi de Sérgio Madureira, ex-Globo, que será o produtor executivo de Amor e Revolução e também responsável pelo elenco da trama. Acredita que será possível utilizar-se do prestígio adquirido por Madureira para formar grandes elencos no SBT?
RB: O Sergio Madureira só irá somar com os profissionais do SBT. Bastante querido no meio artístico, com certeza irá nos ajudar nas contratações.
Continuando ainda sobre o Sérgio Madureira. Vocês estão repetindo uma dobradinha que aconteceu na Globo em 1992, em "Despedida de Solteiro", de Walther Negrão, que teve como diretor-geral, o senhor, e produtor executivo, o Madureira. Como você avalia essa experiência na Globo?
RB: Trabalhamos juntos em várias novelas na Globo: “Sonho Meu”, “Irmãos Coragem”, e outras produções que não me lembro, sempre com grande sucesso.
Os diretores assistentes Luiz Antônio Piá e Rodolfo Silot continuarão nessa nova trama do SBT. O que o senhor sabe do trabalho desses diretores e considera um facilitador a presença dos dois na equipe por já conhecerem bem o trabalho desenvolvido pelo Diretor Del Rangel?
RB: Tanto o Piá, como o Rodolfo será um facilitador para desenvolvermos um bom trabalhar no SBT.
Como o Sr. avalia, nesse primeiro momento, o trabalho de Tiago Santiago e seus colaboradores? É a primeira vez que tem contato com o autor num trabalho na TV?
RB: No início dos trabalhos, o Tiago está escrevendo solo, mas após o capitulo 10 os colaboradores irão ajudar. É a primeira novela que eu e o Tiago vamos fazer juntos.
O mercado de telenovelas vem se expandindo muito. Não só a Globo mais domina o mercado. Record e SBT tem se esforçando e investindo muito para conseguir produzir novelas de qualidade. Como o Sr. avalia a atual situação da teledramaturgia do SBT que no passado chegou a ser referência com novelas como Éramos Seis e Sangue do Meu Sangue e agora busca a retomada?
RB: O SBT também quer produzir boas novelas para junto com a Globo e a Record proporcionar bom entretenimento para os noveleiros.
As novelas de época perderam espaço na Rede Globo. Impossível ver uma "novela das 8" hoje em dia ser de época. Hoje, o que se produz, são somentes remakes de antigos sucessos. Ao contrário, o SBT sempre se sobressaiu em termos de dramaturgia ao produzir novelas de época. Como pretende usar usar a experiência de direção com "Sangue do Meu Sangue" (1969), "Ciranda de Pedra" (1981) e "Sinhá Moça" (1986) para manter essa escrita?
As gravações de Corações Feridos ainda não acabaram e a novela sequer está no ar, mas a produção do SBT já deu inicio aos testes para a trama que vai substituir a novela de Íris Abravanel. Tiago Santiago é o autor responsável por Amor e Revolução, que deve começar a ser gravada em janeiro de 2011.
Várias novidades estão por vir na produção da trama, inclusive a contratação de dois grandes nomes da teledramaturgia brasileira: Reynaldo Boury, que trabalhou na Rede Globo por muito anos e agora assume a direção geral das novelas da emissora da Anhanguera, e Sergio Madureira, que também saiu da Globo e assume a produção executiva do próximo folhetim. Madureira conversou com O Fuxico e deu detalhes da nova produção.
“Já estamos produzindo a próxima novela, a Amor e Revolução de Tiago Santiago, a direção é do Reynaldo Boury, diretor que veio da TV Globo e tem muita experiência, e eu também estou vindo da Globo, onde trabalhei durante 33 anos, fiz mais de 34 novelas, minisséries, especiais e estamos chegando no SBT. Vamos trazer um elenco bem bacana e produzir uma novela de época. Já temos nomes confirmados como Lucia Veríssimo e Jayme Periard, o elenco vai estar bem legal”.
O SBT já produziu novelas de época de grande sucesso como Éramos Seis e agora vai repetir a dose, mas abordando a história da ditadura militar.
“A história vai discutir a ditadura militar, é um tema fascinante, mais do que nunca atual, e instigante, estamos tomando muito cuidado com o elenco, com cenografia, figurino, a ideia é fazer um trabalho bem legal”, revela Sergio com exclusividade para O Fuxico.
'Amor e Revolução' que só estreia no próximo ano, está a todo vapor.
Tiago Santiago, autor da trama, promete revolucionar e inovar mais uma vez, já que a primeira novela do autor no SBT foi uma adaptação e agora, na segunda novela, será uma criação própria.
Claúdio Lins já foi confirmado como um dos protagonistas. De acordo com o jornal O Estado de S. Paulo, ele viverá o mocinho José Guerra, um militar que é filho de um general linha dura e democrata. Na trama, o rapaz se apaixona por Maria Paixão, uma líder estudantil que se torna guerrilheira. O SBT ainda não escalou a atriz que interpretará seu par romântico.
'Amor e Revolução' deve entrar no ar as 22h00 e apostará em violência para ter audiência. A novela terá cenas de execução de personagens inspiradas no Regime Militar brasileiro das décadas de 60/70.
As gravações de “Amor e Revolução”, próxima novela de Tiago Santiago no SBT, devem começar em janeiro. A estreia está prevista para março, substituindo “Corações Feridos”. O folhetim vai se passar entre os anos de 1964 e 1972, abordando o período da ditadura militar no País e apostando também num roteiro de romance e aventura.
A direção geral será de Reynaldo Boury, que contará com as assistências de Luiz Antonio Piá e Rodolfo Silot. Sérgio Madureira, ex-Globo, ocupará o cargo de produtor-executivo.
Contratado da Globo, Marcos Palmeira pode mudar de emissora ainda este ano. De acordo como jornal O Globo, o ator estaria de malas prontas para se mudar para o SBT.