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Presidente do São Paulo diz que time está abaixo

das expectativas no início de temporada

Para Juvenal Juvêncio, desempenho fraco da equipe é compreensível, mas é preciso reagir


O desempenho do São Paulo neste início da temporada não desagrada apenas ao torcedor, mas também ao próprio presidente tricolor, Juvenal Juvêncio. Sem questionar o trabalho do técnico Ricardo Gomes, o mandatário explica que já expressou ao elenco sua expectativa de melhora, pois o período de evolução do condicionamento físico está chegando ao fim.


- Acompanhei esse caso do Ricardo (internado) até de madrugada. Reuni a comissão técnica e os atletas para uma conversa. Eu disse aos jogadores que, até agora, não apresentamos aquilo que a expectativa de fora espera, mas temos que entender como uma coisa de pré-temporada. No mundo inteiro, qualquer pré-temporada é feita entre 30 e 45 dias, mas nós fizemos em nove. Isso não dá.

Gomes sofreu uma alteração vascular cerebral e ficará longe dos trabalhos por um período entre duas a quatro semanas. O presidente tricolor já avisou que vai aguardar calmamente o retorno do comandante e aposta em uma vitória contra o Once Caldas, na noite de quinta-feira (25), pela Libertadores, para ganhar confiança também no Campeonato Paulista.



Com média de gols semelhantes, artilheiros
Ronaldo e Adriano estreiam na Libertadores

Corinthians pega o Racing do Uruguai e Flamengo encara Universidad Católica do Chile





Nesta quarta-feira a maior competição do futebol sul-americano verá desfilar pela primeira vez em seus gramados duas estrelas de maior grandeza no futebol mundial: Ronaldo e Adriano fazem sua estreia no torneio. Saídos do Brasil muito jovens, jamais tiveram a chance de disputar sequer uma partida da Libertadores. Agora, fica uma questão: quem os adversários devem temer mais?

Ronaldo e Adriano são jogadores conhecidos no mundo inteiro. Mas isso é só o começo da semelhança das trajetórias dos dois atacantes. Ambos foram do céu ao inferno em pouco tempo. Ídolos, depois do fracasso da seleção brasileira em 2006 na Alemanha, eles caíram em descrédito e chegaram a ficar sem clube. Em 2009, vieram buscar a redenção no Brasil, em times de massa. Ronaldo no Corinthians e Adriano, no Flamengo.



Nas últimas Copas nem 'sobrevivente' de grupo da morte foi longe

Histórico mostra que cair no grupo mais difícil é ruim até para quem passa da 1ª fase



A afirmação de Pelé que o Brasil não caiu no grupo da morte da Copa pode servir de alívio para a equipe brasileira. Isso porque num histórico recente dos Mundiais, os integrantes dos chamados "grupos da morte" não tiveram vida longa no torneio.

Mesmo as equipes que "sobreviveram" à primeira fase e eliminaram seleções que seriam, em tese, concorrentes ao título, acabaram caindo bem antes da final.

Em 2002, o grupo mais difícil tinha Argentina, Nigéria, Suécia e Inglaterra. Os africanos e os sul-americanos caíram na primeira fase. Os nórdicos perderam para o Senegal nas oitavas de final e os ingleses foram eliminados pelo Brasil nas quartas, com um show de Rivaldo e Ronaldinho Gaúcho.

Na Copa de 2006, o grupo da morte foi formado por Argentina, Holanda, Costa do Marfim e Sérvia, com as duas primeiras seleções se classificando. Os holandeses caíram nas oitavas de final para Portugal e os argentinos foram derrotados, nos pênaltis, pela Alemanha, ainda nas quartas de final.

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